FC Porto em alerta. Empréstimos não funcionam e há regresso à vista

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O FC Porto está a assinar um arranque de temporada desportiva de 2026/27 quase ‘imaculado’, com oito vitórias ao cabo de nove jogos (o único ‘amargo de boca’ surgiu na Liga dos Campeões, com a derrota ante o Manchester City, por 0-2), mas, em paralelo, a direção liderada por André Villas-Boas não perde de vista a evolução dos jogadores que mantém nos quadros, ainda que emprestados a outros clubes.

Neste capítulo, o cenário está longe de ser o melhor… e até pode valer uma autêntica ‘dor de cabeça’, a curto prazo, visto que Tomás Pérez tem espaço cada vez mais reduzido, no Atlético Mineiro, pelo que, ao que tudo indica, vai mesmo ser ‘devolvido’ aos campeões portugueses em título, já no próximo mês de janeiro, aquando do final do acordo de cedência.

No entanto, nem tudo são más notícias. Com isso em mente, o Desporto ao Minuto apresenta-lhe o ponto da situação dos sete jogadores do emblema azul e branco que vão tentando a sorte, noutros clube, com vista a um potencial regresso ao Estádio do Dragão ou até mesmo a uma saída em definitivo.

Tomás Pérez é o caso mais preocupante

Adquirido ao Newell’s Old Boys, em janeiro de 2025, Tomás Pérez não convenceu, nem Martín Anselmi, nem Francesco Farioli, pelo que, no passado mês de fevereiro, foi emprestado ao Atlético Mineiro, num entendimento que contempla uma cláusula de opção de compra no valor de 5,5 milhões de euros.

Opção essa que, no entanto, muito dificilmente será ativada, dada a perda de preponderância nos planos do compatriota Eduardo Domínguez. Desde agosto, em 13 partidas realizadas, foi utilizado em apenas duas (saiu ao intervalo, no nulo ante o Internacional, e cumpriu os 90 minutos, no triunfo sobre o Vitória, por 2-1).

A cedência termina já a 31 de dezembro deste ano, e o médio argentino tem contrato válido com o FC Porto até junho de 2029, pelo que, salvo uma reviravolta, deverá mesmo receber ordens para ‘regressar à base’, muito provavelmente, para sair de novo, dada a riqueza de opções que o plantel tem, especialmente, neste setor.

Iván Jaime e companhia já apresentam argumentos

Por outro lado, há quem ainda procure afirmar-se, como é o caso de Iván Jaime, que se estreou com a camisola do Las Palmas com um golo ao Girona (derrota, por 5-2), que deixou boas indicações, de tal maneira que foi aposta a titular nos dois últimos jogos antes da pausa para seleções (vitória sobre o Cádiz, por 0-1, e desaire ante o Burgos, por 1-2).

Gonçalo Sousa já conquistou um lugar no onze do Kocaelispor e soma, inclusive, duas assistências ao cabo de sete partidas. Leonardo Vonic ainda não é indiscutível, no Moreirense… mas ameaça vir a sê-lo, visto que leva um golo e uma assistência nos dois duelos em que foi utilizado por Vasco Botelho da Costa.

Trio ‘reza’ por oportunidades

O único dos sete jogadores emprestados pelo FC Porto que ainda não soma um único minuto em campo é Felipe Silva, que continua à espera de uma oportunidade para se mostrar, no Casa Pia. Uma situação semelhante à de Diogo Fernandes, que só jogou na vitória do Amarante sobre o Ponte da Barca, por 0-2, para a Taça de Portugal.

Gabriel Brás também não vive a melhor das situações, ao serviço do NEC, dado que, dos 12 encontros realizados pelo clube neerlandês desde o início da época, foi utilizado em apenas três, dois dos quais como titular (nos empates com Excelsior e Go Ahead Eangles) e outro como suplente utilizado (na derrota frente ao Feyenoord, por 1-3).

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