A mágoa do FC Porto, futuro e Cristiano. Tudo o que disse Fábio Silva

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Condições diferentes: “Muito feliz por estar aqui. Sobre as características que o míster falou, acho que é do facto de não ser um avançado muito fixo, posso recuar no campo para fazer ligações, fazer outras posições no campo também. Sou um jogador que pode receber bola no pé ou na profundidade, nos clubes por onde passei tive a oportunidade de ficar com essas características e sinto que posso dar muito do que o míster quer.”

Regresso à seleção: “Não olho dessa forma. Passei por todos os escalões da seleção nacional, tentei sempre fazer o meu melhor e fui importante nos outros escalões. Fiz sempre o meu melhor para tentar estar na seleção principal, estou aqui agora, estou feliz e acho que vamos sempre a tempo, porque a idade é só um número. Vou aproveitar para aprender e para mostrar ao míster que quero estar mais vezes aqui.”

Conversa com Cristiano Ronaldo e lugares cativos: “É um prazer para mim poder aprender com o Cristiano, é um ídolo, a pessoa que me inspirou desde pequeno e sempre quis ter a oportunidade de seguir o seu exemplo e aprender com ele, graças a Deus consegui e vou-me focar nisso. É um orgulho.”

Início com Jorge Jesus: “Tem sido muito bom, o míster dispensa apresentações. Acho que sou um dos jogadores que não teve oportunidade de trabalhar com ele, mas sou uma pessoa que sempre o acompanhou e sei o quanto os jogadores melhoram com a ajuda dele e sou mais um para o fazer. Sei que o míster me vai passar tudo o que puder melhorar para ser importante para a equipa. Vou ouvir muito.”

Concorrência no ataque: “Em todos os setores do campo, temos qualidade extremamente vincada, acho que quem está aqui sabe o peso de representar esta seleção. Temos um plantel muito bom, que dá dores de cabeça ao míster e sinto-me privilegiado por ter jogadores desse calibre na minha posição. Estou aqui para aprender.”

Clássico e um regresso ao FC Porto: “Todos sabem os grandes feitos do míster na sua carreira, está mais que vincado e quero aprender muito. Em relação ao Clássico, obviamente que fui ver o jogo e fui ver o meu clube, todos sabem que sou portista e que acompanho muito. O futuro nunca se sabe, mas como já disse várias vezes, é sempre uma mágoa que tenho a forma precipitada como saí do FC Porto e, um dia, quem sabe…”

Melhor fase da carreira?: “Acho que sim, tudo faz diferença, quando saí do FC Porto não estava muito preparado, ainda mais indo para a Premier League, que é a Liga mais exigente do mundo, mas fez-me crescer e aprender. Sinto-me um jogador mais completo, mas ainda não estou em ‘ponto rebuçado’, acho que ainda tenho muito para espremer, mas isso vem com o tempo.”

Parceria com Francisco Conceição e Pedro Neto: “Já nos conhecemos e não preciso de falar com eles, joguei com o Chico na formação do FC Porto e com o Pedro Neto no Wolverhampton, já nos conhecemos e neste nível nem é preciso falar muito, basta um olhar, um gesto.”

Dupla com Guirassy no clube: “Acho que me tem beneficiado muito, é um jogador muito mais experiente, ele consegue arrastar marcação dos centrais e eu fico mais livre no campo, e a tática com que o míster do Dortmund vai de encontro ao que eu gosto e tento tirar o melhor da seleção para o clube e vice versa.”

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