Pablo Rosario faz mira ao Benfica: “FC Porto é o maior clube de Portugal”

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Pablo Rosario concedeu, esta quinta-feira, uma extensa entrevista à Betano Mag, no âmbito da parceria comercial com o FC Porto, na qual abordou diversos temas, entre eles, claro está, o tão aguardado Clássico da sétima jornada da I Liga, perante o Benfica, que tem pontapé de saída agendado para as 20h30 (hora de Portugal Continental) do próximo domingo, no Estádio do Dragão.

“É claro que sabemos que é um grande jogo. Jogamos em casa, por isso, o apoio dos nossos adeptos vai ser fantástico, como sempre. Jogar em casa dá uma força extra à equipa e a toda a gente envolvida. Nesse sentido, podemos dizer que é um jogo diferente, mas não vamos fazer nada de diferente ou fazer as coisas de maneira diferente”, começou por afirmar.

“Aquilo que funciona para nós é o facto nos termos sempre mantido fiéis a nós mesmos, e é isso que também vamos fazer, desta vez (…). Temos de ser fiéis a nós próprios, fazendo o trabalho que já estamos a fazer e que sempre fizemos. Acho que essa é a chave para o jogo”, acrescentou, antes de lançar o repto para os adeptos do emblema azul e branco.

“Espero um ambiente fantástico, como sempre. Se virem os jogos que fizemos, até agora, no estádio, vão ver que é uma casa de loucos. Sentir e ver o apoio dá uma força extra a todos os envolvidos”, apontou.

“FC Porto é o maior clube de Portugal”

Nesta mesma entrevista, o internacional panamenho garantiu que o título de campeão nacional conquistado na passada temporada desportiva de 2026/27 não retirou ‘fome’ aos dragões: “A fasquia está sempre elevada. Quando vences, as pessoas esperam sempre mais, e acho que é isso que torna este clube ótimo e no maior de Portugal. ‘Nunca é suficiente’ é uma boa frase, porque acho que podemos e queremos sempre fazer melhor. É isso que também vamos tentar fazer, esta temporada”.

“Foi incrível, não apenas porque fomos campeões, mas também pela maneira como a equipa me recebeu, assim como toda a gente no clube. Sei que não foi apenas a equipa, mas também a equipa atrás da equipa. É ótimo ter a minha família aqui, durante um ano, e vê-la a desfrutar verdadeiramente da vida exterior”, refletiu.

“Não gosto de falar de mim mesmo. Enquanto equipa, tivemos uma época muito boa. Infelizmente, em algumas competições, tivemos azar, mas isso é uma coisa boa para termos lá atrás na cabeça, para que, esta época, possamos ir mais além nessas competições.”, refletiu, abordando, ainda, as várias adaptações táticas de que foi alvo.

“Acho que já joguei em todas as posições, na minha vida. Penso que as únicas posições que me faltam são as de extremo esquerdo e direito, mas acho que não tenho velocidade. Se calhar, se jogar aí, terei de fazer as coisas de maneira um pouco diferente, mas é uma qualidade minha. Estou satisfeito só por ajudar a equipa da maneira que me for possível. Se for a lateral-direito, lateral-esquerdo, no centro… Não interessa, fico feliz apenas por jogar e dar tudo”, apontou.

“Farioli está sempre à procura de ser melhor”

A terminar, Pablo Rosario teceu rasgados elogios ao treinador italiano Francesco Farioli: “Nem sempre é fácil para um jogador chegar a um novo clube, com um sistema novo, e eu tive a sorte de já conhecer um pouco a forma como ele quer jogar e aquilo de que está à espera, e é claro que isso me ajudou muito a adaptar-me mais rapidamente do que o normal”.

“Ele e a equipa técnica estão sempre à procura de serem melhores, de tornarem a equipa melhor, e dão muita atenção aos detalhes. É isso que faz com que, do ponto de vista coletivo e individual, estejamos muito atentos aos pormenores, para nos preparar-mos e entrarmos em campo a pensar ‘Queremos fazer isto desta maneira’, de forma focada. É um prazer ver que, quando entramos em campo, isso acontece no jogo e funciona. É a satisfação que retiramos disso”, concluiu.

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